Metronomy: Maybe Weird But Cool

Eles vieram antes do Restart!

Olá pessoinhas, peço desculpas por não ter postado nada durante um tempo e ter deixado todo o trabalho duro para o Pedro Paulo. Tenho passado por um período muito conturbado na minha vida, tive que enfrentar problemas pessoais muito sérios e tem sido muito difícil contornar essa situação (Diz-se preguiça extrema em período de férias).

Ok, se prepare porque trago para hoje uma banda britânica de música eletrônica, a Metronomy. Não sou um expert nesse gênero, mas já pela primeira impressão que tive, percebi que a banda possui uma tendência alternativa, e usa (e abusa) dos teclados e dos sintetizadores, criando músicas com sons variados e bem mixados. Quem está acostumado a ouvir Bat For Lashes e Grand National não deve ter problemas com o Metronomy.

No geral, pode se dizer que o grupo tem muito talento. Eles fazem músicas realmente interessantes, utilizando recursos como vozes em reverb, sons “robóticos”, refrões pegajosos e instrumentos inusitados – que vão de sinos, escaletas e até portas – sem dar a impressão de que está estourando uma terceira guerra mundial ou algo do tipo. Além disso, eles também utilizam instrumentos “mais normais” como a bateria, a guitarra e o baixo, intensificando a mistura de sons ao máximo, criando uma verdadeira orquestra eletrônica.

Ao meu ver, o grupo foi mudando de estilo sutilmente conforme o decorrer do lançamento de cada um de seus álbuns (no total de três), migrando do eletrônico bem alternativo, em sua fase inicial até o eletrônico indie que é hoje. Posso dizer que a música “This Could Be Beautiful” do primeiro álbum, Pip Paine (Pay the £5000 You Owe),– que só tem músicas instrumentais – representa bem a fase eletrônico alternativo, enquanto que a “The Bay”, do último álbum The English Riviera melhor representa a fase eletrônico indie. Para ilustrar a fase intermediária, fica a “Heartbreaker” do segundo álbum Nights Out. Sei que essa explicação está escrota fraca, mas pretendo especificar cada um dos álbuns mais tarde, pois como já disse, no momento estou com preguiça. Só realmente prometo que farei o review do The English Riviera (que foi lançada neste ano e na minha modesta opinião, é uma das melhores de 2011). Ou dá um Google que facilita o meu trabalho.

Uma pessoa poderia talvez dizer que a Metronomy produz músicas que poderiam fazer parte da trilha sonora de um filme B. Ou que seria talvez uma das mutações estranhas pós-Kid A. Ou ainda que é um monte de barulho e sons bizarros juntos. E aí, qual é a sua escolha?

P.S.: Uma coisa que não está totalmente relacionada ao blog que eu realmente deveria mencionar, é que vários videoclipes dessa banda são bem criativos e bizarros bem  trabalhados. Alguns até te arrancam umas risadas. Vai no YouTube conferir. Não dói nadinha. =D

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