Radar: Port of Morrow

Eu de volta na parada, para a nooooooooooooooooooossa alegria, trazendo altas novidades pra essa turminha do barulho que apronta altas confusões que até Deus duvida!!

Pois é pois é pois é pois é pois é pois é… este é meu primeiro post desde que eu abandonei este país lindo e sensual chamado Brasil e me direcionei para a terra da cerveja e do Kinder Ovo, a gloriosa Alemanha. E o por que fiquei esse tempo todo sem escrever nada? Simples! Existe aqui uma organização do mal neo-nazista associada ao Kony chamada GEMA, que proíbe a exibição de vídeos musicais que no país que não são alemães, por causa de toda essa baboseira de Copyright… e como eu consegui passar por isso? E você acha mesmo que eu tenho que revelar isso em público?

Whatever, hoje falarei do mais novo álbum do The Shins (what?), uma bandinha Indie com um sonzinho bacana para hipsters em geral. Port of Morrow é o nome da coisa a ser analisada hoje…

Meu conhecimento na área Indie é demasiado vago para poder falar sobre essa banda, mas esse pessoal já está na estrada desde 1996, mas só lançaram o primeiro disco em 2001, Oh, Inverted World. Quanto aos membros do The Shins, tanta gente já passou por essa banda que eu aposto que você deve conhece alguém que tocou com eles. Desde 96 eles já trocaram de membros mais do que Gengis Khan fez filhos. Mas o único ser forte o suficiente pra permanecer nessa bagaça do início ao fim foi o vocalista James Mercer.

Well… dada a largada vamos ver como eles se saíram no gp…

Os temas abordados em Port of Morrow

Segundo a fonte do saber Wikipedia, Port of Morrow aborda temas como amor (QUE ORIGINAL!), e a dualidade da vida, desde as coisas belas até as grotescas.

“Ótimo, mais indie pra encher minha cabeça…”

Sim sim sim salabim! Este álbum é inteiramente Indie, do início ao fim! Podemos classificar o mundo Indie de diversos aspectos, que vai desde os extremos de influência do hardcore (como no caso do Arctic Monkeys ou do Bloc Party e The Strokes) até o folk (como o The Decemberists e o Beirut). Dizemos que o The Shins com este álbum se encontra exatamente no meio dessa cadeia classificativa, lá pela área pop, tornando Port of Morrow um estereótipo indie completo: músicas pra cima, guitarras aguçadas, teclados exorbitantes, vocais extremamente agudos ao Si b mol e lagalagalagalaga…

As musiquetas

“The Rifle’s Spiral”, primeira música, não chama tanta atenção; ela só prepara o ouvinte pro que vem a seguir, uma das melhores músicas que eu já ouvi dessa década. “Simple Song”, animada, simples assim como o título, muito bonita, que levanta a moral de qualquer um. Nota 10, show de pelota. A terceira, “It’s Only Life” já é mais pra baixo, mas traz uma mensagem sensacional. É só ler o título e você já pode tirar suas conclusões. Arranjos bem trabalhados e vocais com falsetes de dar água na boca (hmmmm… boiola). Mais uma masterpiece dessa banda. Há muitas faixas “quebra-clima”, passando de algo mais cabeça erguida para algo mais pra baixo, como “Bait and Switch”, “September” e “40 Mark Strasse”. Uma dessas faixas, porém, “For a Fool”,  é muito sem criatividade, e se utiliza das tercinas na bateria apenas para não perder tanto o crédito e dar um tom mais interessante à música; porém, não consegue, sendo enjoativa, cansativa e extremamente mimada e repetitiva. A oitava faixa, “Fall of ’82” já dá uma moral a mais para Port of Morrow, uma faixa bem interessante. A última música, “Port of Morrow”, não encerra muito bem o disco, deixando a desejar por ser um jazz meio mal construído. Mas deixei o melhor para o final; tá, não o melhor, pois pra mim é impossível qualquer música do disco superar “Simple Song”, mas a sexta faixa, “No Way Down”, consegue superar qualquer expectativa por trás do The Shins e sua capacidade de fazer música, por ser mais diversificada.

Encerrando o assunto

Port of Morrow, se comparado a outros discos do The Shins, fica ali no meio da tabela, mas não chega perto do álbum de estréia, Oh, Inverted World. É um álbum bacana, pra você ouvir enquanto estuda ou antes de tirar aquele soninho. Muitas músicas perdem o sentido se não são ouvidas junto com o álbum completo, mas mesmo assim muitas deixam a desejar. Port of Morrow é um ótimo disco para você dar de presente para aquele  seu amigo(a) hipster. Um disco bonitinho que se assemelha bastante a um Keane ou até a um The Fray. Mas se você quer dar uma descobridinha a mais sobre esse cd, veja o clipe abaixo de “Simple Song”, genial e que nos ensina a arte da trollagem. Se você gostar, aconselho que você pirata baixe essa música e mais “It’s Only Life”, “No Way Down” e “Fall of ’82”.

NOTA: 3/5 stars3/5 stars3/5 stars

The Shins – Simple Song:

Inacrebelievable esse vídeo heheh…

Té mais! o/

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