Encerrando Julho…

Julho se foi deixando um gostinho britânico. E por isso, vamos fazer um balanço geral do mundo da música nesse último mês que se passou.

Você menininho/menininha voltou agora a acordar cedo pra ir para a escolinha estudar e tirar boas notas para seus papai e mamãe não ficarem bravinhos com o seu boletim. Nem as olimpíadas mais você pode ver. Por falar em Olimpíadas, o Muse foi quem escreveu a canção oficial dos Jogos Olímpicos de Londres, “Survival”, que vai estar presente no disco The Second Law, pronto para ser lançado em outubro. Confere aí essa (literalmente) ópera do Muse:

 

Coxinuando, o Muse lançou também o trailer do disco novo, que vai vir com novidades que não agradarão muita gente. Além das sinfonias presentes no último disco do Muse (The Resistance de 2008) e das óperas, a banda vai acoplar isso tudo, rock, metal, progressivo, ópera e música orquestrada ao dubstep, seguindo a modinha Skrillex. Se isso vai ficar bom ou não, só quando vier o disco lá em outubro…

 

Além disso, falando em Inglaterra, o Blur lançou um box set chamado Blur 21 no dia 30, contando com todos os discos da banda mais um material exclusivo de cada disco, além de raridades rarissimamente raras, LP e dvds de shows já lançados e outros nunca dantes vistos. Então é claro, se você é fã de Blur, pode ir tirando seu cavalinho da chuva. Já deu pra perceber que pra ter um desse você vai ter que pagar um pulmão pra tê-lo não é? Pelo menos no site da Amazon essa belezinha custa 135 libras, o que dá, fazendo a conversão exata, R$428,22. Tá balatinho né?

E como julho foi um mês totalmente britânico, vamos falar agora de Líbia (dafuq?). O vocalista da banda Systema Feudal, digo, System of a Down, Serj Tankian, lançou no dia 10 seu álbum-protesto (AH VÁ), que segue o lema “Mother Nature vs. Capitalism”, chamado Hadouken Harakiri. O álbum recebeu críticas positivas em peso. Olha aí a “Occupied Tears”:

 

Seguindo a linha metaleira, o Testament também lançou um disco em julho, Dark Roots of Earth, que tem uma música que eu achei bem interessante, “Native Blood”. Puro thrash metal de qualidade com um vocal gutural bem acentuado mas sem aquela famosa poluição encontrada no gênero, ou seja, você entende realmente o que o cara fala. Testament sempre mandando bem.

 

Saindo “um pouquinho” da linha metaleira, vamos falar agora sobre o novo álbum da Jeniffer Lopez. NEM FODENDO. Vamos falar é do Nas. O rapper lançou no dia 17 o Life Is Good, com um rap moderno de qualidade, à frente de seus companheiros posers e sem talento. Uma das faixas do disco conta com uma brilhante participação de quem? AMY WINEHOUSE. O dueto em “Cherry Wine” é sensacional e bem trabalhado:

 

E depois do Blur 21, é hora do Skank 91. Em julho o Skank resolveu pegar as músicas de seu primeiro show oficial em 5 de junho de 1991 e outras gravações anteriores ao seu primeiro disco homônimo de 93 e transformar em um álbum, o Skank 91. A música a seguir é a “Salto no Asfalto”:

 

E assim, viramos para agosto…

FUI!

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