Fim de mês – Agosto

Outro mês se passa, e as novidades da indústria musical não param. Mas o que teve de bom mesmo, só aconteceu do dia 20 pra frente, mas precisamente entre os dias 20 e 21.

Duas bandas internacionais famosas apenas vieram para o Brasil neste mês de agosto, o Dream Theater e o Maroon 5, que tocou junto com o Keane em São Paulo e no Rio de Janeiro. Tudo belezinha tudo numa boa no show do Maroon 5, com garotas histéricas histerizando geral por causa do Adam Levine e música boa e animada rolando. No revesamento de camisas do Neymar e do “Adam, be the father of my kids”, a histeria foi rolando solta em “She Will Be Loved”.

 

Depois de 4 anos sem lançar um disco, o Bloc Party volta com seu quarto álbum, chamado Four (quanta criatividade). Com uma nova música de hipster, “Octopus” marca a estreia do novo trabalho do Bloc Party, lançado dia 20.

Bloc Party – “Octopus”

 

E quem tá de volta também é o Lynyrd Skynyrd com seu álbum fodástico lançado no dia 21, trazendo o country rock da banda em toda sua forma arrebatadora. O vídeo abaixo é da música título do álbum, “Last of a Dyin’ Breed”, um hard rock com southern bem clichezão da banda, mas olha, SELVAGEM.

Lynyrd Skynyrd – “Last of a Dyin’ Breed”

 

No dia 26, saiu o novo cd da Alanis Morissette. Havoc and Bright Lights traz a cantora na sua melhor forma dos anos 90, um ressurgimento do grunge que lançou a cantora. Ainda não tenho certeza se a música abaixo é realmente nova, porque parece muito que voltamos loucamente no tempo.

Alanis Morissette – “Guardian”

 

Mas o melhor sempre fica pro final. No dia 20, o Muse lançou o single “Madness”, que vai estar presente no disco The 2nd Law da banda, pronto para o final de setembro. Mas falemos de “Madness”. Com suas influências que vão desde R&B e brostep à Queen e George Michael, o Muse acoplou, como prometido, música eletrônica ao já conhecido rock-ópera da banda. O que chama a atenção nessa música é a sutileza, os versos simples, os acompanhamentos eletrônicos. Você pensa que vai ocorrer algum desencontro uma hora ou outra, mas é tudo tão bem casado que chega a arrepiar os cabelos à medida que a faixa se aproxima do final, passando até por um solo de Matthew Bellamy à la Brian May. Tudo perfeito numa sincronia de uma exatidão que raras vezes eu já experimentei na minha vida. Chris Martin, vocalista do Coldplay, disse em seu twitter que ao ouvir a música se sentiu orgulhoso de ter aberto um show do Muse 13 anos atrás, e que “Madness” é a melhor música já feita pela banda britânica. E não é pra menos; o Muse já recebeu intensos elogios até da banda Keane, e também da crítica, óbvio. Se o que o Chris Martin disse sobre essa música ser a melhor já feita pelo Muse, eu não sei, mas tenha certeza de que além de ser um fortíssimo candidato ao cargo, “Madness” são 4:41 de pura loucura que você nunca mais vai esquecer.

Muse – “Madness”

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