Resumo do mês de outubro

O mês de outubro no mundo da música foi um mês meio paradão, sem muitos álbuns interessantes novos lançados e sem premiações importantes. Por isso eu vou dar dessa vez uma atenção maior pras bandas internacionais que vieram ao Brasil e fizeram apresentações memoráveis.

Antes de mais nada, acho que 2 álbuns merecem ser comentados. Um deles, se eu não estou enganado, é o trigésimo-quarto álbum de Van Morrison, Born to Sing: No Plan B. Um excelente álbum com bastante feeling e swing, uma aglomeração massiva de gêneros, que é quase uma história contada do rock ‘n’ roll, partindo de músicas de jazz à R&B, pop e blues.

Van Morrison – “Open the Door (To Your Heart)”:

 

Além desse disco, outro que me chamou bastante a atenção foi o Lonerism do Tame Impala, que eu já cheguei a escrever uma revisãozinha rápida. A banda se parece bastante com o Animal Collective, e as influências de Led Zeppelin, Pink Floyd e Cream são bastante claras.

Tame Impala – “Keep on Lying”:

 

No Brasil o clima esquentou principalmente pela cidade de São Paulo com os shows de B.B. King, Maná, Snow Patrol, G3, Evanescence, Linkin Park, e é claro, Robert Plant, mas vou comentar só sobre três deles, os melhores na minha opinião, do terceiro ao primeiro.

3) O Linkin Park vem da turnê de seu disco novo, o Living Things, mas nem por isso deixou os clássicos pra trás nas apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. O setlist da banda foi perfeito nos três shows no Brasil. A banda já está na estrada há mais de 10 anos e, consequentemente com muitas músicas com tanta gritaria, ficou claro durante os shows que o vocalista Chester Bennington já não tinha mais a mesma potência de anos atrás, falhando muito durante algumas músicas.

Linkin Park – “In My Remains” (ao vivo em São Paulo):

2) Robert Plant decepcionou um pouco no início do show, tocando músicas de seu repertório solo para um público que queria ouvir Led Zeppelin. Mas ao final de sua apresentação o mestre reanimou o público com os clássico “Rock ‘n’ Roll” e “Going to California”.

Robert Plant – “Going to California” (ao vivo em São Paulo):

 

1) O mestre do blues, B.B. King, relembrou inúmeros clássicos do gênero e incendiou a Via Funchal. Até a abertura do show foi sensacional, com um jam improvisado de 15 minutos. O carisma de B.B. King, seu poder de tocar uma guitarra tão impressionantemente aos 87 anos e, mesmo sentado numa cadeira, conseguiu contagiar o público.

B.B. King – “Everyday I Have the Blues” (ao vivo em São Paulo):

 

Fui! o/

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